Prato fundo

um pouco de tudo.

Auto sabatina

Vou responder esse tal questionário também.

Quatro coisas distintas sobre mim:

1-Tive vitiligo entre a infância e adolescência

2-Já fui a um show do Felipe Dylon

3- Tomo remédio pra TPM

4-Gosto de animais mais do que de pessoas

Quatro filmes que eu assisto sempre que passam:

1- Curtindo a vida adoidado (óbvio)

2- Who`s that Girl ( aquele com a Madonna que todo mundo sabe que é horrível, mas todo munda já assistiu pelo menos uma vez na vida)

3- Notting Hill

4- Quatro casamentos e um funeral

Quatro lugares onde já morei:

1-Méier

2-Encantado

3-Lins

4-Tijuca

Quatro programas de tv que eu gosto:

1-Friends

2-Miami ink

3-Super Nanny ( a do GNT)

4-CSI

Quatro pessoas que me mandam email regularmente:

1-Drika Landim

(o resto eu não sei, porque não leio os emails mesmo)

Quatro coisas que eu faço todos os dias sem falta:

1-Entro na internet

2-Alimento os peixes e a Olívia

3-Falo palavrão

4-Espirro 

Quatro comidas favoritas:

1-Pizza de Mozzarela com catupiry e cebola do Mister Pizza

2- Big Mac

3-Batata frita

4-Bife na manteiga, com arroz, farofa e molho à campanha.

 Quatro lugares onde eu gostaria de estar:

1-Europa

2-Pernambuco

3-Polinésia Francesa

4-Num show do Rage Against the Machine

 Gostaria de saber um pouco mais sobre:

Fotografia.

Setembro 29, 2008 Publicado por Vivi | sobre mim e mais ninguém | | 4 Comentários

Cultural.

Pra quem tiver interessado, exposição sobre a vida de Clarice Lispector no CCBB vai até 05/10. Ou seja, mais uma semana estendida pra quem ainda não compareceu. Achei ótimo, porque me encontro nesses daí.

Festival do Rio começou sexta. Todo ano, vários filmes interessantes no circuito da cidade.
Pra quem não teve oportunidade de ir à nenhuma edição, aconselho. Tem que procurar, ok, mas é bem legal. Numa maioria de filmes que não são blockbuster e só costumam ser exibidos em pequenas salas e o público em massa acaba desconhecendo sua existência.

De quarta à domingo, a 5ª edição do festival gastronômico rioshow. Palestras, aulas, eventos e o principal, comida. Acontece em vários locais no Rio, dá uma olhada.

Por enquanto é isso. Me inspirei, mas hoje é domingo e a maioria dos eventos já foi. Acho que vou criar meio que uma coluna semanal sobre o assunto e postar quinta, ou sexta. Quem souber de novidades, me avise.

Setembro 28, 2008 Publicado por Drika | cultura, fim de semana, programação | | 1 Comentário

Virgindade técnica

Desde adolescente eu tenho o hábito de parar nas bancas de jornal pra ler as manchetes dos jornais e revistas, mesmo que eu tenha jornal em casa ou leia as notícias pela internet.  Na última dessas paradas estratégicas observei que em todos os jornais baratos havia uma foto de uma mulher em pose erótico/ginecológica. Até ai normal. Virou rotina. Mas essa era especial. Segundo o(s) texto(s) , Carol Miranda, cuja existência eu desconhecia completamente até tal data, aceitou fazer um filmê pornô. Até ai normal também. Mais uma triste rotina. O diferencial do tal filme é que criatura irá aparecer apenas em cenas de sexo anal. Por quê? Preferência? Nãããão. É que a “atriz” não quer perder a virgindade.

Aaaaah entendi. Quer dizer que uma pessoa aparecerá nas telas tendo o seu orifício retofuricular desbravado em closes e ainda se considerará virgem porque, teoricamente, ainda terá hímen?

A mistura de ignorância, anacronismo, marketing e cara de pau é tal que chego a ouvir as trombetas do apocalipse.

É o fim do mundo, senhoras e senhores.

Salve-se quem puder.

Setembro 26, 2008 Publicado por Vivi | Veneninho básico | | 4 Comentários

Coisas que eu não entendo #4

Se você não consegue se segurar direito, ou não tem como ficar em pé, ou está com crianças ou cheio(a) de coisas na mão, por que não pode esperar 2 minutos a mais pelo ônibus de trás que virá, fatalmente, mais vazio?!?!

Explicando: eu pego um maldito mesmo ônibus todos os dias pra ir pra faculdade. Só tem ele. Espero “hoooras” e quando passa, vem cheio. Mas o seguinte, que não demora 2 minutos, vem mais vazio. Se eu esperei muito tempo mesmo, aguardo o terceiro que virá completamente vazio com muitos lugares para sentar. É assim há dois anos, todos os dias de manhã. E normalmente, o de trás, sempre passa aquele primeiro lotado.

Então, por quê, meodeos, os idosos e as mães levando os filhos pra escola, ainda não perceberam isso?

Porque eu acho que, em algum ponto no meio do caminho, eles param pra bater papo, pois vêm sempre em trio.

Setembro 25, 2008 Publicado por Drika | Coisas que eu não entendo-a série | | 2 Comentários

Burguesia-Cazuza

 

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

A burguesia não tem charme nem é discreta
Com suas perucas de cabelos de boneca
A burguesia quer ser sócia do Country
A burguesia quer ir a New York fazer compras

Pobre de mim que vim do seio da burguesia
Sou rico mas não sou mesquinho
Eu também cheiro mal
Eu também cheiro mal

A burguesia tá acabando com a Barra
Afunda barcos cheios de crianças
E dormem tranqüilos
E dormem tranqüilos

Os guardanapos estão sempre limpos
As empregadas, uniformizadas
São caboclos querendo ser ingleses
São caboclos querendo ser ingleses

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

A burguesia não repara na dor
Da vendedora de chicletes
A burguesia só olha pra si
A burguesia só olha pra si
A burguesia é a direita, é a guerra

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

As pessoas vão ver que estão sendo roubadas
Vai haver uma revolução
Ao contrário da de 64
O Brasil é medroso
Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia
Vamos pra rua
Vamos pra rua
Vamos pra rua
Vamos pra rua
Pra rua, pra rua

Vamos acabar com a burguesia
Vamos dinamitar a burguesia
Vamos pôr a burguesia na cadeia
Numa fazenda de trabalhos forçados
Eu sou burguês, mas eu sou artista
Estou do lado do povo, do povo

A burguesia fede – fede, fede, fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

Porcos num chiqueiro
São mais dignos que um burguês
Mas também existe o bom burguês
Que vive do seu trabalho honestamente
Mas este quer construir um país
E não abandoná-lo com uma pasta de dólares
O bom burguês é como o operário
É o médico que cobra menos pra quem não tem
E se interessa por seu povo
Em seres humanos vivendo como bichos
Tentando te enforcar na janela do carro
No sinal, no sinal
No sinal, no sinal

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

Setembro 23, 2008 Publicado por Vivi | música | | 2 Comentários

A filosofia dos adesivos.

É uma onda que se alastra. O sujeito compra um carro, vai na papelaria e adquire aquele adesivo para vidros com aquelas frases enormes engraçadinhas ou com algum tipo de mensagem de pára-choque de caminhão.

Há ainda aqueles que falam de religião e afins, mas isso fica pra um outro post.
Hoje, um em especial me chamou atenção, na volta da faculdade.

“amigo é igual ao sol. Só aparece quando o tempo tá bom.”

ahn?!?!
Pô, sei lá, mas que tipo de amigos esse cara tem?

Ok, existem realmente aquelas pessoas que só surgem quando as coisas estão bem, ou outros que são amigos de farra e de chopp, mas todos?

E fiquei pensando em como um sujeito desse vive a vida. Porque, assim, ele nunca desabafou?
Nunca brigou com os pais e foi reclamar com um amigo? Ou, nunca brigou com a esposa e foi tomar um chopp com um amigo pra desanuviar?
(sim, eu sei que era homem, porque ele estava entrando no carro na hora que eu passei, e já tinha a cabeça branca e careca, por sinal)

Na verdade, fiquei com pena dele, por pensar dessa forma.
Porque por mais que se seja sozinho, ou pense que nos momentos difíceis é a família que apoia, um amigo na hora do desabafo, ou do esporro, ou puxão de orelha é essencial. E, nem sempre, a família consegue fazer a gente abrir os olhos pra algo que só a gente não percebe.

Enfim, eu tenho amigos. Ótimos amigos por sinal. Ainda bem!

Setembro 23, 2008 Publicado por Drika | amizade | | Sem comentários ainda

Filosofando.

Semestre passado, meu professor de Filosofia da Imagem (até hoje não entendi direito pra que serve) fez uma prova em que deveríamos escrever sobre nossa visão sobre a sociedade, a filosofia e o folclore brasileiro da colonização até hoje. No dia da prova mesmo, eu tirei uma nota execrável. Mas ele pediu que eu refizesse o texto, dizendo que eu escrevi muito bem, mas não citei exemplos. Então, refiz o texto e desta vez consegui um 9,0.

Limpando alguns arquivos no pc, me deparei com este texto da primeira prova e os outros 2 da segunda prova. O primeiro vou postar aqui, e os outros lá na outra casa.

- texto -

A formação cultural de um país é o que leva a criar sua identidade para o mundo. O simbolismo que é construído através do povo, gera uma produção de sentidos.

No início da colonização, os povos indígenas que aqui habitavam, já possuíam suas crenças, sua religião, suas tradições. Passadas de geração em geração.

Esse povo já possuía uma identidade enraizada. Uma maneira característica, hábitos que foram aprendidos de pais para filhos.

Quando o “homem branco” chegou, trouxe toda sua informação diferente. Uma religião cultuando um Deus somente, corpos todos cobertos por panos, transformando a cada momento aquela identidade criada de um povo.

Depois vieram os escravos, roubados de sua terra, com toda sua cultura e crendice, acrescentando ao país novas informações.

Com essa mistura, pessoas mais esclarecidas, estudadas perceberam que surgiria assim, uma construção misteriosa e harmônica de uma imagem social e simbólica do povo brasileiro.

Em um mesmo território, três povos tão distintos, habitam, dividindo suas tradições, transformando sua natureza, criando uma nação.

A filosofia no Brasil foi uma consequência dessa fusão. Religiosos que aqui se estabeleceram, começaram a pesquisar e pensar sobre a cultura da nação, colaborando inclusive, para a criação de uma imagem sócio-cultural.

Santo Agostinho e São Tomaz de Aquino trouxeram sua filosofia religiosa, baseada em Aristóteles e no período neo-platônico instituindo o catolicismo como a crença mais importante. Com essa diversidade de informações, a produção de sentidos, uma representação do inconsciente coletivo, transforma a cultura de povos num simbolismo gerando a formação de uma sociedade pronta para o consumo incessante da sua própria cultura. Criando artistas brilhantes, em diversos campos, como poesia, pintura, teatro e música.

Com a necessidade do povo em unificar todas as informações adquiridas e “herdadas” foi sendo criado o folclore brasileiro. Regionalidade é a palavra-chave desse acontecimento. Cada local, mais influenciado pelos habitantes, possui suas histórias. Toda arte e cultura, são criadas de um sonho, uma inspiração que impulsiona a existência de um indivíduo. No imaginário de um povo existe a projeção da sua cultura.


“um passo a frente e você não estará no mesmo lugar” (Chico Science)

Toda essa projeção nos traz uma bagagem cultural, explêndida e rica, que vemos hoje. A diversificação de um povo, num mesmo território nacional, mas com toda graça e peculiaridades de cada região, cada estado de um país gigante. Podemos hoje, perceber os ritmos, as letras, os toques da música de um povo.

“É nítido, direto e inquietante
Eu diria totalmente extravagante”

(Fausto Fawcett)

Com a mistura simples da religião dos luso-europeus e africanos tivemos um acréscimo musical que dependendo da localidade possui uma diferença sutil, o transformando em um outro ritmo. Podemos notar essa diferença, por exemplo, entre a congada e o bumba-meu-boi. A influência dos tambores do candomblé na música brasileira é notória. A riqueza e o ritmo da nossa música é marcado pela batida dos tambores. São ritmos fortemente marcados.

O samba carioca, com toda sua diversidade e vertentes. Podemos citar Cartola, Noel Rosa, Martinho da Vila, e ainda mais recentes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Dudu Nobre. Assim como, os enredos das escolas de samba que fazem os carnavais de todos os anos.

No nordeste, temos o axé baiano e alguns compositores que tem sua regionalidade cravada no ritmo de suas canções. Mais pra cima, temos em Pernambuco o frevo e o maracatu, levado para o conhecimento do mundo através da poesia de Chico Science, Mundo Livre e mais recentemente, Cordel do Fogo Encantado.

“Posso sair daqui para desorganizar
Posso sair daqui para me organizar (…)

E com o bucho mais cheio comecei a pensar
Que eu me organizando posso desorganizar
Que eu desorganizando posso me organizar
Que eu me organizando posso desorganizar”

(Chico Science)

Da Bahia também, nasceu uma luta genuinamente brasileira, que tem em toda sua origem a forte marcação do atabaque, a capoeira. Criada pelos escravos mais como uma forma de dança e defesa, foi aprimorada e hoje em dia tem adeptos em todo o mundo.

Dessa forma, concluo que, a cultura de uma nação se transforma, se recria, mas suas origens é que dão a margem e a base necessárias para toda essa transformação brilhante e viva que simboliza nosso país.

Setembro 20, 2008 Publicado por Drika | aleatório | | 1 Comentário

Coisas que eu não entendo #3

Por que é tão dificil pros operadores de telemarketing entenderem que meu nome é VIVIANE e não LILIANE e muito menos LIDIANE?

Das três, só pode ser uma:

ou o defeito é do nome.

ou eu tenho problemas de dicção que se evidenciam quando eu pronuncio o meu próprio nome.

ou é um complô pra me enlouquecer.

Setembro 19, 2008 Publicado por Vivi | Coisas que eu não entendo-a série | | 5 Comentários

Coisas que eu não entendo #2

Por que algumas mulheres vão a praia e academia maquiadas e cheias de bijuterias??

O sol faz as bijus imprimirem marcas na pele e o suor faz a maquiagem derreter.

Em nome da vaidade elas ficam mais feias do que quando chegaram.

Tsc tsc…

Setembro 18, 2008 Publicado por Vivi | Coisas que eu não entendo-a série | | 3 Comentários

Coisas que não entendo. #1

Não é incrível como nos filmes e séries americanos, num momento as pessoas estão passeando alegremente nas ruas ensolaradas e, de repente, desaba um temporal?!?!

Nem aqui no Rio que existe as famosas chuvas de verão, acontece isso.
Fico chocada!

Setembro 17, 2008 Publicado por Drika | Coisas que eu não entendo-a série | | 2 Comentários