Prato fundo

um pouco de tudo.

por i1/2*

*descaradamente plagiado do leandro.

Recebi ainda agora mais um teste sobre personalidade.
achei interessante, até passar o link pra um amigo meeega preocupado com aparência e ter dado exatamente a mesma coisa que o meu resultado.
mas enfim, aqui está o teste.

meu resultado:

Sabe como curtir a vida, mas sem cometer exageros. É equilibrado e nunca quer mais do que pode ter. Tudo na sua vida tem que ser belo, doce e gostoso.

Não se preocupa tanto com a beleza exterior e, sim, com a essência das coisas. Sabe que é preciso alguns momentos de solidão para recarregar as energias. Gosta de manter o controle da situação e saber exatamente onde está pisando.É simples, realista e direto. Nada de rodeios ou frescuras.

Acredita que a felicidade está nas coisas simples da vida. É uma pessoa que prefere estar em contato com a natureza. Fica ruminando seus problemas por dias, sem conseguir resolvê-los.

Isso aí não é verdade. Eu deixo os problemas se resolverem por si só. Um dia a solução aparece, é como esquecer algo que se quer imediatamente lembrar, quando você menos espera, a lembrança surge. Assim como a solução daquele problema. é só parar de pensar, e pimba!

p.s. enquanto escrevia o post, ele refez o teste e o resultado deu mais parecido com ele.

Novembro 13, 2008 Publicado por Drika | aleatório, teste | | 1 Comentário

“Natal, espalhe essa idéia!!!”

Peguei a idéia no blog da Mila.

Já fiz isso algumas vezes, há alguns anos. No último não tive tempo nenhum e acabei não fazendo.
Mas, é algo revigorante. Eis a idéia:

Os correios recebem anualmente, nesta época, cartinhas p/ o papai Noel, separam aquelas de comunidades carentes, ou crianças de baixa renda e colocam à disposição para quem quiser ajudar.

A pessoa vai lá na ag sede, na Presidente Vargas, lê as cartas, escolhe uma e compra os presentes que a criança pediu. Entrega na própria agência que eles mesmos se encarregam da criança receber.

Tem pedidos de bonecas e carrinhos até remédios e fraldas. É emocionante ler aquelas cartinhas, tão fofas, de gente que ainda nem sabe falar direito.

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Agora uma outra idéia.

Uma amiga me apresentou um projeto chamado Sonhar Acordado.
São grupos de voluntários que ajudam orfanatos, durante todo o ano, e está precisando de gente para formar as equipes para a festa de natal, que será dia 07 de dezembro.
Quem estiver interessado em participar, deixa um coment que mandarei as informações por email.

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Se você quer fazer alguma diferença na vida de alguém, e já está comovido pelo espírito do natal, pensa nisso!

Novembro 9, 2008 Publicado por Drika | crianças, natal, solidariedade | | 2 Comentários

Sobre a Vírgula.

Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
1. Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.

2. Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

3. Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

4. Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

5. E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto..

6. Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

7. A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

- Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.

- Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

Outubro 11, 2008 Publicado por Drika | aleatório, campanha | | 2 Comentários

Coisas que eu não entendo #5

Por que os paulistas colocam um i antes do r?
assim: poirta, poirtão, cairne.

Nada contra paulistas, mas é engraçado.

Outubro 4, 2008 Publicado por Drika | Coisas que eu não entendo-a série | | 2 Comentários

Cultural.

Pra quem tiver interessado, exposição sobre a vida de Clarice Lispector no CCBB vai até 05/10. Ou seja, mais uma semana estendida pra quem ainda não compareceu. Achei ótimo, porque me encontro nesses daí.

Festival do Rio começou sexta. Todo ano, vários filmes interessantes no circuito da cidade.
Pra quem não teve oportunidade de ir à nenhuma edição, aconselho. Tem que procurar, ok, mas é bem legal. Numa maioria de filmes que não são blockbuster e só costumam ser exibidos em pequenas salas e o público em massa acaba desconhecendo sua existência.

De quarta à domingo, a 5ª edição do festival gastronômico rioshow. Palestras, aulas, eventos e o principal, comida. Acontece em vários locais no Rio, dá uma olhada.

Por enquanto é isso. Me inspirei, mas hoje é domingo e a maioria dos eventos já foi. Acho que vou criar meio que uma coluna semanal sobre o assunto e postar quinta, ou sexta. Quem souber de novidades, me avise.

Setembro 28, 2008 Publicado por Drika | cultura, fim de semana, programação | | 1 Comentário

Coisas que eu não entendo #4

Se você não consegue se segurar direito, ou não tem como ficar em pé, ou está com crianças ou cheio(a) de coisas na mão, por que não pode esperar 2 minutos a mais pelo ônibus de trás que virá, fatalmente, mais vazio?!?!

Explicando: eu pego um maldito mesmo ônibus todos os dias pra ir pra faculdade. Só tem ele. Espero “hoooras” e quando passa, vem cheio. Mas o seguinte, que não demora 2 minutos, vem mais vazio. Se eu esperei muito tempo mesmo, aguardo o terceiro que virá completamente vazio com muitos lugares para sentar. É assim há dois anos, todos os dias de manhã. E normalmente, o de trás, sempre passa aquele primeiro lotado.

Então, por quê, meodeos, os idosos e as mães levando os filhos pra escola, ainda não perceberam isso?

Porque eu acho que, em algum ponto no meio do caminho, eles param pra bater papo, pois vêm sempre em trio.

Setembro 25, 2008 Publicado por Drika | Coisas que eu não entendo-a série | | 2 Comentários

A filosofia dos adesivos.

É uma onda que se alastra. O sujeito compra um carro, vai na papelaria e adquire aquele adesivo para vidros com aquelas frases enormes engraçadinhas ou com algum tipo de mensagem de pára-choque de caminhão.

Há ainda aqueles que falam de religião e afins, mas isso fica pra um outro post.
Hoje, um em especial me chamou atenção, na volta da faculdade.

“amigo é igual ao sol. Só aparece quando o tempo tá bom.”

ahn?!?!
Pô, sei lá, mas que tipo de amigos esse cara tem?

Ok, existem realmente aquelas pessoas que só surgem quando as coisas estão bem, ou outros que são amigos de farra e de chopp, mas todos?

E fiquei pensando em como um sujeito desse vive a vida. Porque, assim, ele nunca desabafou?
Nunca brigou com os pais e foi reclamar com um amigo? Ou, nunca brigou com a esposa e foi tomar um chopp com um amigo pra desanuviar?
(sim, eu sei que era homem, porque ele estava entrando no carro na hora que eu passei, e já tinha a cabeça branca e careca, por sinal)

Na verdade, fiquei com pena dele, por pensar dessa forma.
Porque por mais que se seja sozinho, ou pense que nos momentos difíceis é a família que apoia, um amigo na hora do desabafo, ou do esporro, ou puxão de orelha é essencial. E, nem sempre, a família consegue fazer a gente abrir os olhos pra algo que só a gente não percebe.

Enfim, eu tenho amigos. Ótimos amigos por sinal. Ainda bem!

Setembro 23, 2008 Publicado por Drika | amizade | | Sem comentários ainda

Filosofando.

Semestre passado, meu professor de Filosofia da Imagem (até hoje não entendi direito pra que serve) fez uma prova em que deveríamos escrever sobre nossa visão sobre a sociedade, a filosofia e o folclore brasileiro da colonização até hoje. No dia da prova mesmo, eu tirei uma nota execrável. Mas ele pediu que eu refizesse o texto, dizendo que eu escrevi muito bem, mas não citei exemplos. Então, refiz o texto e desta vez consegui um 9,0.

Limpando alguns arquivos no pc, me deparei com este texto da primeira prova e os outros 2 da segunda prova. O primeiro vou postar aqui, e os outros lá na outra casa.

- texto -

A formação cultural de um país é o que leva a criar sua identidade para o mundo. O simbolismo que é construído através do povo, gera uma produção de sentidos.

No início da colonização, os povos indígenas que aqui habitavam, já possuíam suas crenças, sua religião, suas tradições. Passadas de geração em geração.

Esse povo já possuía uma identidade enraizada. Uma maneira característica, hábitos que foram aprendidos de pais para filhos.

Quando o “homem branco” chegou, trouxe toda sua informação diferente. Uma religião cultuando um Deus somente, corpos todos cobertos por panos, transformando a cada momento aquela identidade criada de um povo.

Depois vieram os escravos, roubados de sua terra, com toda sua cultura e crendice, acrescentando ao país novas informações.

Com essa mistura, pessoas mais esclarecidas, estudadas perceberam que surgiria assim, uma construção misteriosa e harmônica de uma imagem social e simbólica do povo brasileiro.

Em um mesmo território, três povos tão distintos, habitam, dividindo suas tradições, transformando sua natureza, criando uma nação.

A filosofia no Brasil foi uma consequência dessa fusão. Religiosos que aqui se estabeleceram, começaram a pesquisar e pensar sobre a cultura da nação, colaborando inclusive, para a criação de uma imagem sócio-cultural.

Santo Agostinho e São Tomaz de Aquino trouxeram sua filosofia religiosa, baseada em Aristóteles e no período neo-platônico instituindo o catolicismo como a crença mais importante. Com essa diversidade de informações, a produção de sentidos, uma representação do inconsciente coletivo, transforma a cultura de povos num simbolismo gerando a formação de uma sociedade pronta para o consumo incessante da sua própria cultura. Criando artistas brilhantes, em diversos campos, como poesia, pintura, teatro e música.

Com a necessidade do povo em unificar todas as informações adquiridas e “herdadas” foi sendo criado o folclore brasileiro. Regionalidade é a palavra-chave desse acontecimento. Cada local, mais influenciado pelos habitantes, possui suas histórias. Toda arte e cultura, são criadas de um sonho, uma inspiração que impulsiona a existência de um indivíduo. No imaginário de um povo existe a projeção da sua cultura.


“um passo a frente e você não estará no mesmo lugar” (Chico Science)

Toda essa projeção nos traz uma bagagem cultural, explêndida e rica, que vemos hoje. A diversificação de um povo, num mesmo território nacional, mas com toda graça e peculiaridades de cada região, cada estado de um país gigante. Podemos hoje, perceber os ritmos, as letras, os toques da música de um povo.

“É nítido, direto e inquietante
Eu diria totalmente extravagante”

(Fausto Fawcett)

Com a mistura simples da religião dos luso-europeus e africanos tivemos um acréscimo musical que dependendo da localidade possui uma diferença sutil, o transformando em um outro ritmo. Podemos notar essa diferença, por exemplo, entre a congada e o bumba-meu-boi. A influência dos tambores do candomblé na música brasileira é notória. A riqueza e o ritmo da nossa música é marcado pela batida dos tambores. São ritmos fortemente marcados.

O samba carioca, com toda sua diversidade e vertentes. Podemos citar Cartola, Noel Rosa, Martinho da Vila, e ainda mais recentes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Dudu Nobre. Assim como, os enredos das escolas de samba que fazem os carnavais de todos os anos.

No nordeste, temos o axé baiano e alguns compositores que tem sua regionalidade cravada no ritmo de suas canções. Mais pra cima, temos em Pernambuco o frevo e o maracatu, levado para o conhecimento do mundo através da poesia de Chico Science, Mundo Livre e mais recentemente, Cordel do Fogo Encantado.

“Posso sair daqui para desorganizar
Posso sair daqui para me organizar (…)

E com o bucho mais cheio comecei a pensar
Que eu me organizando posso desorganizar
Que eu desorganizando posso me organizar
Que eu me organizando posso desorganizar”

(Chico Science)

Da Bahia também, nasceu uma luta genuinamente brasileira, que tem em toda sua origem a forte marcação do atabaque, a capoeira. Criada pelos escravos mais como uma forma de dança e defesa, foi aprimorada e hoje em dia tem adeptos em todo o mundo.

Dessa forma, concluo que, a cultura de uma nação se transforma, se recria, mas suas origens é que dão a margem e a base necessárias para toda essa transformação brilhante e viva que simboliza nosso país.

Setembro 20, 2008 Publicado por Drika | aleatório | | 1 Comentário

Coisas que não entendo. #1

Não é incrível como nos filmes e séries americanos, num momento as pessoas estão passeando alegremente nas ruas ensolaradas e, de repente, desaba um temporal?!?!

Nem aqui no Rio que existe as famosas chuvas de verão, acontece isso.
Fico chocada!

Setembro 17, 2008 Publicado por Drika | Coisas que eu não entendo-a série | | 2 Comentários

Faço minhas as palavras de Clarice

“Cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”

“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.”

“Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.

Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato…
Ou toca, ou não toca.

Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.

E se me achar esquisita, respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar.”

Setembro 12, 2008 Publicado por Drika | citações | | 4 Comentários